Deep Plane Facelift

O Deep Plane Facelift é uma técnica de lifting facial que atua em planos profundos da face, permitindo mobilizar e reposicionar tecidos envolvidos no envelhecimento. O procedimento pode tratar alterações da região média e inferior do rosto, como a perda de definição do contorno mandibular e a descida dos tecidos faciais.

O objetivo é promover um rejuvenescimento natural, respeitando a anatomia e as características individuais de cada paciente, sem depender de tensão excessiva sobre a pele.

Autor

Dr. Leandro Oshiro

CRM: 152.097 | RQE: 61721| RQE: 105898

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O que é o Deep Plane Facelift?

O Deep Plane Facelift é uma técnica cirúrgica de rejuvenescimento facial realizada em um plano anatômico profundo em relação ao sistema músculo-aponeurótico superficial, conhecido como SMAS.

Para compreender a proposta dessa abordagem, é importante entender que o envelhecimento facial não ocorre apenas na pele.

Ao longo dos anos, diferentes estruturas da face passam por modificações, incluindo compartimentos de gordura, ligamentos de retenção, pele e tecidos de suporte. Essas alterações podem contribuir para a descida dos tecidos das bochechas, formação dos jowls e perda da definição da linha mandibular.

Na técnica Deep Plane, o cirurgião trabalha abaixo do SMAS em determinadas regiões e libera estruturas de retenção selecionadas para permitir a mobilização dos tecidos em conjunto.

Dessa forma, o objetivo não é simplesmente esticar a pele, mas reposicionar estruturas faciais de acordo com as alterações anatômicas identificadas durante a avaliação.

Como o envelhecimento modifica a face?

O envelhecimento facial é um processo tridimensional que envolve mudanças em diferentes camadas e estruturas do rosto.

Entre as alterações que podem ocorrer estão:

  • Descida dos tecidos da região das bochechas.
  • Aprofundamento de determinados sulcos faciais.
  • Formação ou acentuação dos jowls.
  • Perda da definição da linha mandibular.
  • Alterações na transição entre face e pescoço.
  • Flacidez da pele e mudanças na distribuição do volume facial.

 

Essas modificações não acontecem da mesma maneira em todas as pessoas. Por isso, a avaliação cirúrgica deve identificar quais estruturas estão relacionadas às queixas do paciente antes de definir a abordagem mais adequada.

Imagem Meramente Ilustrativa: Criada por IA
Imagem Meramente Ilustrativa: Criada por IA

Atendimento Individualizado

CADA ESCOLHA COMEÇA COM UMA AVALIAÇÃO CUIDADOSA

Na consulta, o Dr. Leandro Oshiro avalia suas características, compreende seus objetivos e orienta sobre as possibilidades de tratamento de forma individualizada.

Qual é a diferença entre Deep Plane Facelift e outros tipos de lifting facial?

Existem diferentes técnicas de lifting facial, e o Deep Plane é uma delas.

Nas abordagens modernas, o planejamento cirúrgico pode envolver diferentes formas de tratamento da pele, do SMAS e dos tecidos profundos. Portanto, não é correto afirmar que todas as técnicas convencionais trabalham apenas a pele.

A principal característica do Deep Plane Facelift está no plano de dissecção e na liberação de determinadas estruturas de retenção, permitindo a mobilização e o reposicionamento dos tecidos faciais.

Essa abordagem pode ser particularmente relevante no tratamento de algumas alterações da região média e inferior da face.

Entretanto, o Deep Plane não é automaticamente superior a todas as outras técnicas de lifting facial. A escolha depende da anatomia, do grau de envelhecimento, dos objetivos do paciente e da experiência do cirurgião com a técnica indicada.

O que o Deep Plane Facelift pode tratar?

O Deep Plane Facelift pode ser considerado quando as alterações do envelhecimento facial justificam uma abordagem cirúrgica de reposicionamento dos tecidos.

Região média da face

A descida dos tecidos das bochechas pode modificar a distribuição dos volumes e as transições naturais da região central do rosto.

Terço inferior da face

A cirurgia pode abordar a perda de definição do contorno facial e a formação dos jowls, que alteram a continuidade da linha mandibular.

Contorno mandibular

O reposicionamento dos tecidos pode contribuir para melhorar a definição da mandíbula e a transição entre a face e o pescoço em pacientes adequadamente selecionados.

Pescoço

Quando existem alterações cervicais importantes, pode ser necessário associar uma abordagem específica para o pescoço. Essa decisão depende das estruturas envolvidas e do planejamento cirúrgico.

Para quem o Deep Plane Facelift é indicado?

Não existe uma idade específica que determine a indicação do Deep Plane Facelift.

A cirurgia pode ser considerada quando existem alterações anatômicas relacionadas ao envelhecimento facial que justificam o reposicionamento dos tecidos.

Durante a avaliação, são considerados fatores como:

  • Grau de flacidez e descida dos tecidos.
  • Anatomia da face e do pescoço.
  • Qualidade da pele.
  • Condições gerais de saúde.
  • Tabagismo e hábitos de vida.
  • Histórico de procedimentos faciais.
  • Expectativas em relação ao resultado.

Pessoas da mesma idade podem apresentar padrões de envelhecimento bastante diferentes. Por isso, a indicação depende principalmente das características anatômicas e clínicas de cada paciente, e não apenas da idade cronológica.

Naturalidade no Deep Plane Facelift

Uma das principais preocupações de quem considera um lifting facial é ficar com a aparência excessivamente modificada ou deixar de reconhecer as próprias características depois da cirurgia.

A naturalidade, entretanto, não depende exclusivamente do nome da técnica.

Ela está relacionada à indicação adequada, ao conhecimento da anatomia, à direção e à extensão do reposicionamento dos tecidos e à execução do planejamento cirúrgico.

O objetivo é tratar alterações do envelhecimento sem apagar características que fazem parte da identidade facial do paciente.

Planejamento Cirúrgico

Cada rosto envelhece de uma maneira diferente

A técnica não deve determinar o planejamento. É a anatomia do paciente que deve orientar quais estruturas precisam ser abordadas e qual extensão de cirurgia pode ser considerada.

Dr. Leandro Oshiro
Cirurgião Plástico

Como é feito o Deep Plane Facelift?

O procedimento começa com uma avaliação detalhada da face, do pescoço e das condições clínicas do paciente.

Após a definição da indicação cirúrgica, o planejamento considera a extensão das alterações anatômicas, as estruturas que precisam ser abordadas e a segurança do procedimento.

Planejamento pré-operatório

Antes da cirurgia, podem ser solicitados exames e avaliações conforme as condições de saúde e as características individuais.

Medicamentos em uso, suplementos, tabagismo e histórico de procedimentos anteriores devem ser informados ao cirurgião.

Anestesia

A estratégia anestésica é definida de acordo com a cirurgia planejada, as condições clínicas do paciente e os protocolos da equipe responsável.

Incisões e acesso aos planos profundos

As incisões são planejadas em regiões próximas à linha do cabelo e ao redor das orelhas.

Na abordagem Deep Plane, a dissecção ocorre em planos profundos de determinadas regiões da face, respeitando estruturas anatômicas importantes, incluindo o trajeto dos ramos do nervo facial.

Reposicionamento dos tecidos

Após a mobilização necessária, os tecidos são reposicionados conforme o planejamento estabelecido.

A pele acompanha essa nova configuração, sem ser o principal elemento responsável pela sustentação do resultado.

Onde ficam as cicatrizes do Deep Plane Facelift?

As incisões do Deep Plane Facelift são planejadas para acompanhar regiões anatômicas ao redor das orelhas e, quando necessário, áreas próximas à linha do cabelo.

A localização e a extensão variam conforme a técnica e o planejamento cirúrgico.

Durante os primeiros meses, as cicatrizes passam por diferentes fases de maturação. Sua aparência depende das características individuais de cicatrização, da técnica utilizada e dos cuidados pós-operatórios.

Embora o planejamento procure posicioná-las de maneira discreta, não é adequado prometer cicatrizes invisíveis.

Imagem Meramente Ilustrativa: Criada por IA
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Como são os resultados do Deep Plane Facelift?

O Deep Plane Facelift busca promover o reposicionamento dos tecidos e melhorar o contorno facial, respeitando as características anatômicas de cada paciente.

Dependendo das alterações existentes e do planejamento, podem ser observadas mudanças na região média da face, no terço inferior e na definição da mandíbula.

O objetivo não é eliminar todos os sinais do envelhecimento nem modificar completamente a expressão facial.

Os resultados variam conforme a anatomia inicial, a qualidade dos tecidos, a cicatrização, os hábitos de vida e a evolução natural do envelhecimento.

Quanto tempo dura o resultado?

O Deep Plane Facelift pode proporcionar resultados duradouros, mas não interrompe o processo natural de envelhecimento.

A longevidade depende de fatores individuais, da técnica utilizada, da qualidade dos tecidos e de aspectos como exposição solar, tabagismo e variações de peso.

Não existe um prazo garantido aplicável a todos os pacientes.

Como é a recuperação do Deep Plane Facelift?

A recuperação é progressiva e pode apresentar diferenças importantes entre pacientes.

Nos primeiros dias, podem ocorrer inchaço, hematomas, sensação de tensão e alterações temporárias de sensibilidade.

Esses sinais geralmente diminuem ao longo das semanas, enquanto a cicatrização e a acomodação dos tecidos continuam evoluindo durante os meses seguintes.

O retorno ao trabalho, aos exercícios físicos e às demais atividades deve seguir as orientações individualizadas da equipe médica.

O acompanhamento pós-operatório é importante para avaliar a evolução das incisões, do edema e da cicatrização.

Quais são os riscos do Deep Plane Facelift?

Como qualquer procedimento cirúrgico, o Deep Plane Facelift apresenta riscos e possíveis complicações.

Entre eles estão hematoma, infecção, seroma, alterações de sensibilidade, assimetrias, alterações cicatriciais, problemas relacionados à cicatrização da pele, complicações anestésicas e lesões temporárias ou permanentes de estruturas nervosas.

O nervo facial merece atenção especial devido à anatomia dos planos profundos abordados durante a cirurgia.

A avaliação pré-operatória, a indicação adequada, o conhecimento anatômico, a técnica cirúrgica e o acompanhamento pós-operatório fazem parte das medidas utilizadas para reduzir riscos.

O Deep Plane Facelift pode ser associado a outras cirurgias?

Sim. Como o envelhecimento não ocorre da mesma maneira em todas as regiões da face, o planejamento pode envolver procedimentos complementares.

Blefaroplastia: pode ser considerada quando existem alterações nas pálpebras que não serão corrigidas pelo facelift.

Lifting de sobrancelhas: pode ser avaliado quando a posição das sobrancelhas e as alterações do terço superior da face fazem parte das queixas do paciente.

Cirurgia do pescoço: pode ser indicada quando existem alterações cervicais que exigem uma abordagem específica.

A associação de procedimentos não é obrigatória. A decisão considera as necessidades anatômicas, as prioridades do paciente e a segurança da cirurgia combinada.

Quanto custa um Deep Plane Facelift?

O custo do Deep Plane Facelift varia conforme a complexidade do caso, a extensão da cirurgia, os procedimentos associados, o hospital, a equipe médica e os recursos necessários.

Por isso, não existe um valor único aplicável a todos os pacientes.

A definição do planejamento e dos custos envolvidos deve ocorrer após avaliação médica individualizada.

Agende uma avaliação

Deep Plane Facelift com Dr. Leandro Oshiro

O Dr. Leandro Oshiro é cirurgião plástico em São Paulo, com atuação voltada à cirurgia facial e ao rejuvenescimento da face.

No planejamento do Deep Plane Facelift, a avaliação considera não apenas a flacidez visível, mas também a participação das diferentes estruturas da face e do pescoço nas alterações do envelhecimento.

A indicação da técnica e a extensão da cirurgia são definidas individualmente, considerando a anatomia, o histórico médico, as características dos tecidos e os objetivos discutidos durante a consulta.

Consulta para Deep Plane Facelift em São Paulo

A consulta é o momento de avaliar se o Deep Plane Facelift corresponde às necessidades e às características anatômicas do paciente.

Durante o atendimento, são analisados o padrão de envelhecimento, as diferentes regiões da face e do pescoço, as condições de saúde, os procedimentos anteriores e as expectativas em relação ao resultado.

A partir dessa avaliação, o Dr. Leandro pode discutir as possibilidades de tratamento, os benefícios esperados, as limitações, os riscos e o processo de recuperação.

Dr. Leandro Oshiro Cirurgião Plástico no Jardim Paulista, São Paulo.

Perguntas Frequentes

O Deep Plane Facelift é uma das técnicas utilizadas no lifting facial. O termo lifting facial é mais amplo e inclui diferentes abordagens cirúrgicas para o rejuvenescimento da face.

A aparência final não depende apenas da técnica utilizada. O planejamento, a anatomia, a direção do reposicionamento dos tecidos e a execução cirúrgica influenciam o resultado. O objetivo é buscar rejuvenescimento preservando as características individuais do rosto.

As mudanças podem ser percebidas durante as primeiras semanas, mas o inchaço e o processo de cicatrização continuam evoluindo. O resultado passa por refinamento progressivo ao longo dos meses.

A aparência final não depende apenas da técnica utilizada. O planejamento, a anatomia, a direção do reposicionamento dos tecidos e a execução cirúrgica influenciam o resultado. O objetivo é buscar rejuvenescimento preservando as características individuais do rosto.

Não existe uma técnica universalmente superior para todos os pacientes. O Deep Plane e outras abordagens modernas de facelift podem proporcionar bons resultados. A escolha depende da anatomia, das alterações que precisam ser tratadas e da avaliação do cirurgião.

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Dr. Leandro Oshiro

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